Elementais
são seres etéreos (energéticos e espirituais) ligados aos
princípios básicos da existência; TERRA , AR , FOGO e Água. Esses
seres são como qualquer outro, possuem corpo, personalidade, desejos
e características que os diferenciam.
Os
ELEMENTAIS trabalham em todas as áreas e planos, sua freqüência
energética se adapta a tudo, eles vivem dentro e fora de nós. Cada
um deles também pode ser associado a sentimentos e ações
distintas, que ao analisadas definem a personalidade do ELEMENTAL
envolvido, por exemplo, uma Ondina (elemental da água) que vive em
um lago calmo e límpido, possui um temperamento muito mais amável e
harmônico que uma ondina que habite um lago poluído e fétido.
Ao
longo dos anos cada ELEMENTAL ganhou uma mitologia e lendas próprias
sobre suas diferentes atividades; Gnomos, Duendes, Fadas, Sereias,
Dragões, Fantasmas...Quem nunca teve interesse em saber de onde
essas “lendas” saíram? Ao estudar os elementais, muitas dessas
dúvidas podem ser respondidas.
Uma
coisa deve ficar clara, ELEMENTAIS são seres poderosos, com uma
personalidade própria, o contato com eles é trabalhoso e requer
conhecimento e dedicação, tentar evoca-los em RITUAIS sem que antes
haja uma sintonia e contato prévio é algo perigoso, pois os
ELEMENTAIS não são seres “bonzinhos e fofos”, são seres como
qualquer outro, com sentimentos e que não aceitam brincadeiras ou
intromissões em suas atividades por um simples capricho.
ONDINAS
Assim
como os Gnomos tem suas funções limitadas junto aos Elementos da
Terra, os ELEMENTAIS da ÁGUA - as Ondinas - atuam na Essência
Invisível e ESPIRITUAL , - O Éter Úmido - A beleza é uma
característica comum aos ELEMENTAIS da Água. São sempre cheios de
graça, simetria, onde quer que sejam encontradas, representadas na
arte, em esculturas.
O
Elemento Água, que sempre foi identificado como sendo um símbolo
feminino, é muito natural que os ELEMENTAIS da ÁGUA sejam
simbolizados como fêmeas. As Ondinas, estão sub-divididas em vários
grupos, algumas habitam as Cataratas, Mares, onde podem ser vistas
entre os vapores, outras habitam os Pântanos, Brejos e Charcos,
outras ainda habitam em Lagos de Montanhas.
De
um modo geral, quase na totalidade, as Ondinas são muito parecidas
com seres humanos, tanto na sua forma, como tamanho - as que habitam
os Rios e Fontes, tem proporções menores - Normalmente vivem em
Cavernas de Corais, nos Juncais, às margens dos Rios ou das Praias.
As Ondinas, servem e amam sua Rainha, Necksa.
Elas
são antes de tudo, seres emocionados, amigáveis com os humanos, à
quem gostam de servirem. Muitas vezes, são representadas cavalgado
em Golfinhos e em outros grandes Peixes, essas Sereias tem um AMOR
muito grande pelas flores e plantas, às quais servem de maneira
devotada e inteligente quanto aos Gnomos. Antigos poetas diziam que o
canto das Ondinas "O Canto das Sereias" eram ouvidos no
vento Oeste, e que suas vidas, eram consagradas à beleza da TERRA
Material.
SALAMANDRAS
O
Terceiro grupo de Elementais, são representados pelos Salamandras,
que vivem no Éter atenuado e ESPIRITUAL que é o Invisível Elemento
Fogo. Sem elas, o FOGO material não existiria, um fósforo não pode
ser aceso, e nem a pólvora explodiria.
O
ser humano é incapaz de se comunicar adequadamente com as
Salamandras, pois ela reduz a cinzas, tudo que delas se aproxima.
Antigos místicos, preparavam INCENSOS especiais de ERVAS e perfumes,
para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial, e
assim formar nos seus rolos as figuras das Salamandras, sentindo
assim a sua presença.
Muitas
Salamandras são vistas em formas de bolas ou línguas de fogo,
correndo através dos campos ou adentrando nas casas. No Brasil,
chamam essas aparições, ou "fenômenos" de
Fogo-Santileno".
A
maioria dos místicos afirmam que as Salamandras são seres gigantes,
imponentes, flamejantes em roupas fluídas, como se fosse uma
armadura de fogo. São as mais poderosas dos ELEMENTAIS e tem como
seu regente Djin.
Antigos
sábios sempre foram advertidos para manter distância delas, pois os
benefícios que seus estudos trariam, não seria proporcional, ao
preço que se pagaria por eles. Possuem especial influência sobre os
indivíduos de temperamento ígneo e tempestuoso.
Tanto
nos animais, quanto no homem, as Salamandras trabalham através do
emocional, por meio de calor corpóreo, do fígado e da corrente
sangüínea. Sem a sua assistência, não haveria calor.
SILFOS
No
último discurso de Sócrates, tal como foi preservado no Fédon de
Platão, o filósofo condenado à morte diz: - "acima da TERRA ,
existem seres vivendo em torno do ar, tal como nós vivemos em torno
do mar, alguns em ilhas que o AR forma junto com o Continente; e numa
palavra, o AR é usado por Eles, tal qual a ÁGUA e o mar são por
nós, e o Éter é para nós.
Mais
ainda, o temperamento das suas estações é tal, que Eles não têm
doenças e vivem muito mais tempo do que nós, e têm visão e
audição e todos os outros sentidos muito mais aguçados do que os
nossos, no mesmo sentido que o AR é mais puro que a ÁGUA e o Éter
do que o Ar.
Eles
também têm seus templos e Lugares Sagrados, em que os DEUSES
realmente vivem, e Eles escutam sua vozes e recebem suas respostas;
são conscientes de sua presença e mantêm conversação com Eles, e
Vêem o Sol, e vêem a Lua, e Vêem as Estrelas, tal como realmente
são.
E
todas suas bem-aventuranças, são desse gênero"... Eles são
os mais altos de todos os ELEMENTAIS , o seu Elemento Nativo é o de
mais alta taxa vibratória. É comum atingirem 1000 anos de idade,
não envelhecem nunca. São os Silfos, que têm como líder um Silfo
chamado Paralda, e vive na mais alta montanha da Terra.
Acredita-se
que os Silfos reúnem-se em torno da mente dos sonhadores, dos
artistas, dos poetas, e os inspiram com seu alto conhecimento das
maravilhas e obras da Natureza. São de temperamento alegre, mutável
e excêntrico. À eles, é atribuída a tarefa de modelar os flocos
de neve e arrebanhar as nuvens, sempre desempenhando esta tarefa com
a ajuda das Ondinas, que lhes fornecem a umidade.
GNOMOS
Elementais
são seres etéreos que desenvolvem atividades energéticas nos
elementos básicos presentes na natureza. Falaremos agora sobre as
características mais importantes dos ELEMENTAIS da TERRA e seus
regentes.
Os
ELEMENTAIS da TERRA são os Gnomos, são responsáveis pela
solidificação de todos os corpos, não só de animais como também
de objetos. Tudo que é sólido possui uma correspondência
energética com os Gnomos. Suas oferendas são normalmente a TERRA
bruta (areia, argila, cascalho), PEDRAS e plantas.
Apesar
das plantas possuírem ligação com todos os elementais, elas são
normalmente consagradas ao elemento terra, em razão de sua
proximidade.
Os
Gnomos agem nos terremotos e vulcões para equilibrar os distúrbios
dos poderes da terra. Em nosso corpo são responsáveis pelos ossos e
sais minerais e possuem ligação também com as cartilagens,
músculos e pele, sendo que essa ligação ocorre em conjunto com os
ELEMENTAIS da água.
Os
Signos de Touro, Capricórnio e Virgem são aqueles que se encontram
sob a interferência do poder da terra. Normalmente as pessoas
nascidas sob essas casas zodiacais apresentam temperamentos fortes,
não gostam de mudanças bruscas, são perfeccionistas em suas
atividades, são muito realistas e possuem forte tendência a vícios,
principalmente alimentícios.
Todas
as características desses signos estão diretamente relacionadas às
características dos ELEMENTAIS da terra, tais ELEMENTAIS são
possuidores do dom de controle sobre a ganância e como conseqüência
é comum perceber que seus regidos não possuem esse controle. E é
através da busca desse controle que podemos interagir com eles.
Algumas
outras características provocadas pelo desequilíbrio do poder da
TERRA são: a preguiça, susceptibilidade, a lentidão, a falta de
consciência, a melancolia, a falta de regularidade. Ao vencer essas
dificuldades, a interação com os ELEMENTAIS da TERRA torna-se mais
fácil, porém quanto mais se busca, mais é exigido.
Existem
certas características que aproximam os elementais: atenção, a
perseverança, a escrupulosidade, a sistematização, a sobriedade, a
pontualidade, o senso de responsabilidade. Através dessas qualidades
o adepto alcança uma maior interação com os Gnomos.
O
‘Rei’ dos Gnomos se chama GHOB, a visão pagã mostra que esse
ser é o responsável pela manutenção dos poderes da terra, e por
isso acredita-se que ele viva no interior de grandes vulcões. Alguns
tendem a acreditar que ele seja “A Torre Norte” invocada nos
RITUAIS da Wicca, mas dificilmente tal entidade sairia de seu lar
para rituais, pois sua função não é essa.
O
símbolo mais comum é o triangulo duplo para baixo, que representa a
TERRA que preenche o universo. Sendo o triangulo maior o universo e o
menor a TERRA que cobre todo o “chão”. O segundo símbolo é
comum nas escolas herméticas, corresponde ao Prithivi (princípio da
terra) dos Tattwas da tradição indiana. Além desses existem outros
símbolos menos conhecidos.
Nas
invocações ELEMENTAIS é comum chamar os poderes da TERRA com nomes
do tipo: Touros da Alvorada, Carneiros do Alvorecer, Ursos Negros e
afins. Dentro das invocações os dirigentes ELEMENTAIS também
aparecem, seguidos dos mistérios dos Elohins/Manes que são os nomes
das sendas e respectivas torres.
Alguns
locais/objetos que representam a TERRA e seus ELEMENTAIS ao AR livre
são: Grandes árvores, grandes pedras, pilhas de pedras,
afloramentos rochosos, formações calcárias, musgos, entradas de
cavernas, estátuas, jardins, plantações ou campos, pastagens de
animais, tocas de animais e similares.
Alguns
locais/objetos que representam a TERRA e seus ELEMENTAIS em
residências: Plantas, portas para animais, portas de porão,
despensa, decorações de cristais, coleções de vidro, coleções
de cerâmica, estátuas, vasos de barro, pequenas pedras, pote com
terra.
O
princípio da TERRA e seus ELEMENTAIS são invocados da direção
norte devido à representação do norte estar intimamente ligada ao
futuro e àquilo que podemos enxergar ao olhar para frente. Pela
força da TERRA representar tudo aquilo que é fixo, o norte fica
sempre a nossa frente, pois é fixo, visível.
As
cores da TERRA são o marrom e o verde. Os animais são todos aqueles
de grande força, como ursos, touros, carneiros, rinocerontes,
búfalos e etc. Os DEUSES que regem o elemento TERRA são todos os
DEUSES da Agricultura, da proteção, da família e da inocência.
Alguns
seres mitológicos que correspondem ao elemento da TERRA são:
Minotauro, Ninfas dos bosques, Dríades, Anões (do ponto de vista
mitológico), Faunos, Amazonas e todos aqueles que possuem
responsabilidades com a TERRA e a vegetação. É importante lembrar
que para os povos antigos a mitologia não era uma lenda ou um conto
e sim a história real dos seres que viviam entre eles, incluindo os
Deuses.
Dentro
da WICCA o Pantáculo é o instrumento que representa a TERRA no
altar. A força gerada pela TERRA é direcionada aos poderes físicos
e de criação. A Psicometria é o dom mais comum daqueles que
evoluem sua interação com os ELEMENTAIS da terra.
A
estação que corresponde à atuação mais presente dos Gnomos é o
Outono, e nos nossos sentidos eles regem o tato. Quando alcançamos a
vibração da terra, ficamos em um estado de Paz e devoção.
-
É um(a) bruxo(a) aquele que tem o poder de sua própria vida;
-
É aquele(a) dita suas próprias regras;
-
É aquele(a) que não se rende ante a abnegação;
-
É aquele(a) que não conhece nenhuma pessoa com uma estima maior que
a sua, e é sempre fiel a si e aos seus princípios;
-
É aquele(a) que doma e nunca é domado(a);
-
É aquele(a) que diz em voz alta sem medos ou receios: Sou um (a)
Bruxo(a);
-
É aquele(a) que transforma a energia que recebe em algo útil e
prazeroso;
-
É aquele(a) que se aproxima e se entrega a todos seus ideais, mas
segundo estes vai mudando e se adaptando;
-
Na realidade todos(as) aqueles(as) que encontraram seu lugar no
mundo, respeitam a natureza, vivenciam seus ciclos, e celebram os
antigos DEUSES são bruxos(as).
POR
QUE AS BRUXAS ERAM TEMIDAS, ODIADAS E PERSEGUIDAS?
Recordemos
que as BRUXAS eram descendentes diretas das antigas sacerdotisas
pagãs adoradoras de uma deusa criativa feminina. Representavam o
terceiro aspecto da trindade sagrada feminina: a anciã sabia, e em
conseqüência a mãe de todos os clãs da Europa pré-cristã.
A
posição política dessas mulheres não era a de subordinação nem
a de esposa uma vez que elas eram dispensadas da justiça e dos
cumprimentos das leis. A principio na era medieval em Chester -
Inglaterra, a Carta Magna as chama de "Jiudices de wich"
que quer dizer "Bruxas Juizas". As anciãs tinham na época
o poder político da comunidade.
Com
o advento do Cristianismo lentamente esta posição elevada foi se
diluindo até que se reverteu totalmente.
As
Comadres conheciam as ERVAS para evitar a concepção, sabiam como
fazer dar a luz de forma natural e quase sem dor com a ajuda de
massagens que aceleravam a dilatação e posições que reduzia a
dor. Isto era inconcebível para muitos, uma vez que desafiava a
sanção Bíblica de "parirás com dor".
A
igreja medieval as detestava por suas ligações com o matriarcado
pagão e o culto da Deusa. Eram consideradas inimigas implacáveis da
fé cristã. A verdadeira razão por essa hostilidade era a noção
que as Comadres podiam ajudar as mulheres a manejar seu destino e
ensinar-lhes o segredo da sexualidade sagrada, fazendo com que elas e
seus maridos não vivessem sob o julgo cristão de pecado e
penitências. Elas não eram contrarias a nada, apenas não eram
cristãs, mas isso para a igreja significava menos “mercado”, e
por isso combatia e assassinava tais mulheres.
As
anciãs sábias eram temidas e repudiadas por suas habilidades de
profetizas e curadoras, porque elas representam a parte
pos-menopausica do ciclo vital. As BRUXAS eram as guardadoras da
tradição dos povos e ativavam a memória coletiva através de
mitos, contos e lendas.
As
culturas de orientação masculina espancam o aspecto cíclico da
vida em sua fase decadente, talvez seja por isso que o modelo
cultural aceito é o da eterna adolescente.
Talvez,
a partir de agora, quando alguém se dirija a nos com deboches,
sofismas e pejorativamente com o nome de BRUXAS nos resta sorrir
enigmaticamente sabendo que longe de nos ofender nos elogiam
comparando-nos com essa raça de mulheres valentes, contestarias,
livres e indômitas.
Altair
Magno.
“SOMOS
BRUXAS, LIVRES, AMADAS, HONRADAS, FILHAS, MÃES, ESPOSAS, SOMOS A
DEUSA E O DEUS, SOMOS TUDO AQUILO QUE EXISTE E QUE HÁ DE EXISTIR,
NÓS SOMOS E SEMPRE SEREMOS!”. {Dayne Anglius}
O
Trabalho mágico de uma BRUXA ou Bruxo exige seriedade e quatro
características básicas:
A-)
SABER
-
Conhecer a si mesmo.
-
Conhecer sua arte.
-
Saber o que fazer.
-
Saber como fazer.
-
Saber quando fazer.
-
Saber quando não fazer.
-
Saber o que você quer realizar.
-
Especificar bem o que você vai fazer.
-
Criar um sigilo com as palavras.
-
Saber trabalhar com moderação.
B-)
QUERER
-
Acreditar em você mesmo.
-
Acreditar na divindade.
-
Acreditar em suas habilidades.
-
Acreditar na abundância do Universo.
-
Ter a vontade de praticar de novo e de novo.
-
Habilidades de meditação
-
Praticar visualização.
-
Praticar RELAXAMENTO .
-
Praticar um estado alterado de consciência.
-
Praticar para ser capaz de fazer rápido e certo.
-
Ter em mente com muita clareza o porque você quer realizar essa
operação mágica.
-
Observar se sua vontade está corretamente direcionada.
-
Observar se não vai influenciar negativamente outra pessoa.
-
Observar os aspectos de não prejudicar ninguém.
-
Usar uma ferramenta adivinhatória para checar se seus planos são
válidos, se está numa boa hora de pô-los em prática.
C-)
OUSAR
-
Ter a coragem de mudar as circunstâncias.
-
Ter a coragem de controlar seu ambiente.
-
Ser responsável por suas ações.
-
Escolher o melhor curso de ação para o trabalho a ser feito.
D-)
CALAR
-
Aprender a manter a boca fechada antes do trabalho.
-
Aprender a manter a boca fechada enquanto espera pelos resultados.
-
Aprender a manter a boca fechada depois do trabalho.
-
Proteger sua confiança.
-
Proteger sua reputação.
-
Proteger sua energia.
1.
Conhecer a si mesmo.
2.
Saber a sua arte.
3.
Aprender e buscar conhecimento sempre.
4.
Usar o que você aprendeu corretamente.
5.
Manter o balanço (equilíbrio) de todas as coisas.
6.
Manter suas palavras verdadeiras.
7.
Manter seus pensamentos verdadeiros.
8.
Celebrar a vida.
9.
Alinhar você mesmo com os ciclos da TERRA .
10.
Manter seu corpo saudável e forte.
11.
Exercitar seu corpo, sua mente e seu espírito.
12.
Meditar, relaxar e se controlar.
13.
Honrar a Deusa e o Deus em todos os momentos.
Falar
em origem da BRUXARIA é o mesmo que retornar aos primórdios da
Humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar sua
percepção para os mistérios da vida e da natureza. Segundo os
estudiosos da pré-história, a primeira demonstração de arte
devocional foram as MADONAS NEGRAS, encontradas em cavernas do
período Neolítico.
Portanto,
as Deusas da Fertilidade foram os primeiros objetos de adoração dos
povos primitivos. Da mesma forma que nossos antepassados se
maravilharam ao ver a mulher dando a Luz a uma criança, todo o
Universo deveria ter sido criado por uma GRANDE MÃE.
Entre
os povos que dependiam da caça, surgiu o culto ao Deus dos Animais e
da Fertilidade, também conhecido como Deus de Chifres ou Cornífero.
Os chifres sempre representaram à fertilidade, coragem e todos os
atributos positivos da energia masculina, representando também a
ligação com as energias cósmicas. Hoje a figura do Deus Cornífero
é bastante problemática, pois, com o advento do Cristianismo, ele
foi usado para personificar a figura do Diabo, entidade criada pelas
religiões judaico-cristãs. O Diabo não é reconhecido e muito
menos cultuado pelas Bruxas. Como essa religiosidade já existia
muitos anos antes do Cristianismo, não temos nada a ver com o Diabo
e os Satanistas.
Quando
os Celtas invadiram a Europa, quase mil anos antes de Cristo,
trouxeram suas próprias crenças, que, ao se misturarem às crenças
da população local, originaram o sistema que deu nascimento as
bases da Wicca. Com a rápida expansão desse povo, muitos resquícios
de suas práticas foram levados para regiões onde se encontram
Portugal, Espanha e Turquia, essas práticas receberam influências
de outros povos e acabaram criando os sistemas mágickos da Europa
medieval. Embora a WICCA tenha se firmado em alguns conceitos e
práticas Celtas, como é o caso dos Sabbaths é importante lembrar
que a BRUXARIA é anterior a eles e que a WICCA não é uma religião
celta, ela apenas absorveu alguns costumes desse povo. Como esse povo
foi a principal inspiração para Gardner e foi também um povo que
manteve suas tradições durante séculos até serem destruídos
pelos povos invasores e pelos inquisidores, é importante que
conheçamos, pelo menos, o rudimento de seu pensamento e cultura.
O
Panteão Celta, ou seja, o conjunto de DEUSES e Deusas dessa cultura
é hoje o mais utilizado nos RITUAIS da Wicca, embora possamos
trabalhar com qualquer Panteão, desde que conheçamos o simbolismo
correto, e não misturemos os Panteões num mesmo RITUAL .
A
sociedade Celta era Matrifocal, isto é, a mulher possuía um papel
de destaque tanto junto à família quanto em relação a sua tribo.
Homens e mulheres tinham os mesmo direitos, sendo a mulher respeitada
como Sacerdotisa, mãe, esposa e guerreira, participando das lutas ao
lado dos homens. O culto da Grande Mãe e do Deus Cornífero
predominaram nas regiões da Europa dominadas pelos Celtas, até a
chegada dos Romanos, que praticamente dizimaram as tribos Celtas, que
nessa época já estavam sofrendo com um pouco da influência do
patriarcado.
Porém,
em muitos lugares, a religião matriarcal de culto aos DEUSES
continuou a ser praticada, não só pelos poucos celtas
sobreviventes, mas também por aqueles que de alguma forma possuíam
contato com as antigas religiosidades dos Gregos, Egípcios,
Nórdicos, pois havia certa tolerância por parte dos romanos,
chegando certos ramos da BRUXARIA a incorporar elementos do Panteão
greco-romano, especialmente na BRUXARIA Italiana.
Foi
somente na Idade Média que a BRUXARIA foi relegada às sombras com o
domínio da Igreja Católica e a criação da Inquisição, cujo
objetivo era eliminar de vez as antigas crenças, que eram uma ameaça
a um clero muito mais preocupado em acumular bens e riquezas do que a
propagar a verdadeira mensagem de Jesus. Se fôssemos descrever essa
época infame, em que milhões de pessoas, em sua maioria mulheres,
foram perseguidas, torturadas e assassinadas pela Inquisição, com
certeza, escreveríamos um livro com milhares de páginas, mas este
não é o nosso objetivo.
Muitas
das vítimas da Inquisição não eram BRUXAS , e sim, pessoas com
problemas de saúde, doenças mentais, deficiências físicas ou
somente o alvo da suspeita e inveja do povo. Também era comum se
acusar pessoas para tomar seus bens, pois esses eram divididos entre
os inquisidores. Durante o tempo das fogueiras, o medo fez com que
muitas de nós permanecêssemos no anonimato para resguardarmos
nossas vidas e nossas famílias. Muitos dos conhecimentos passaram a
ser transmitidos oralmente, por medida de segurança, e, assim, muito
se perdeu.
Por
isso, não é correto dizer que a BRUXARIA de hoje é a mesma de
séculos atrás. No presente, um grupo de pessoas abnegadas e
corajosas está redescobrindo e recriando a Nova BRUXARIA ou Neo
PAGANISMO , e diversas religiões estão inclusas nesse contexto; A
WICCA que apesar de possuir algumas características dos Celtas é
bastante eclética e trabalha com as religiosidades dos mais
diferentes povos; O Druidismo que é a verdadeira religião que busca
reviver os costumes e crenças celtas de forma completa; Asatru,
Odinismo e mais diversas outras correntes religiosas
O QUE É WICCA
A
Wicca reconhece que, ao longo de todas as coisas - desde o átomo até
o universo - não há maior ou menor.
A
maioria dos bruxos acreditam que eles tiveram vidas passadas em eras
anteriores deste mundo.
A
bruxa se recusa a acreditar que o homem nasce pecador por natureza, e
percebe que o conceito de "pecado" é arbitrário e
prejudicial à natureza humana.
A
Bruxa sabe que o homem não é melhor que mulher, nem a mulher
superior ao homem. O que não se tem o outro pode dar, e não pode
ser verdadeiramente vivo sem o outro! Não há magia maior do que o
homem e a mulher juntos.
Uma
bruxa sabe que o que é chamado de "magia" realmente
existe, e muitas vezes é trabalhado por aqueles que estão em
contato com certas forças do mundo natural.
A
bruxa acredita que o que não pode ser visto é da maior importância
- que muito existe de que a ciência do mundo contemporâneo sabe
muito pouco ou nada. E que qualquer um pode experimentar o que é
normalmente considerado além da "realidade"
Wicca
tem um amor profundo por coisas naturais e selvagens, como ele sabe
que existem muitos seres que são inteligentes e sábios - e nem
todos os humanos.
Uma
bruxa sabe que existem forças profundas e marés, que estão
subjacentes a todas as coisas, e que existem aqui na terra
infinitamente complexas matrizes multidimensional da vida e de poder
que estão muito além da capacidade de um ser humano entender. Que
existe a inteligência aqui e a maior da sabedoria - para tal, sempre
existiu e sempre será.
A
bruxa percebe que a humanidade sempre soube da existência desta
Inteligência Suprema, e chamou-a de milhares de nomes por dezenas de
milhares de anos. Que homens e mulheres de todas as épocas têm
atraído força e poder, calor e segurança a partir desta fonte - às
vezes de uma forma que parece transcender a realidade!
A
Wicca ensina que a maior fonte é tanto feminino quanto masculino,
nos seus aspectos e que, embora muito além da nossa capacidade de
entender, podemos percebê-lo - ou elas - como indivíduos ou como
Deusa e Deus a quem podemos falar, e receber respostas .
A
bruxa sabe que a humanidade ao longo dos dois ou três mil anos
passados, sublinhou uma parcela restrita de Deus em suas religiões e
ignorado ou negado o papel da deusa - com o resultado que a história
passou a ser uma crônica de desastres. É necessário um equilíbrio,
para restaurar a paz e garantir uma sobrevida significativa de nós
mesmos e nossos descendentes.
Wicca
(às vezes chamado Wicce, A arte, ou A Velha Religião) é uma
antiga religião baseada em respeito e amor pela vida e a natureza.
Foi na existência de um país ou outro, para cerca de 10.000 anos.
Ele tem oito feriados que ocorrem no Sabaths e Esbats (quartos e
oitavos) do ano sazonal, e comemoram esses feriados, ambos rodando o
das estações. O conceito de divindade é visto como imanente, ou
seja, ele é considerado uma parte do aqui-e-agora, e não
transcendente (outro mundo). Na maioria dos casos é também
considerada a partir de aspectos masculinos e femininos. A Wicca,
como muitas outras religiões, tem diversas Denominações ou
vertentes. Algumas delas incluem a Gardneriana, Alexandrina, a
Britânica Tradicional, Diânica, das fadas, etc. Grupos de bruxas
muitas vezes se juntam para formar um "coven", que é uma
forma abreviada de "aliança" ,um tipo de juramento base
de cada membro para os outros do clã. As promessas são geralmente
centradas em torno de promover a harmonia e a paz, e / ou proteção
dos outros membros do coven, e / ou sigilo. Cada coven é liderado
por um Sumo Sacerdote / sacerdotisa, que podem ser nomeados pelos
outros, ou pode girar entre os membros. Em qualquer caso, a Alta
Sacerdotisa é essencialmente apenas uma pessoa que faz a certeza de
que tudo está em ordem. Não existem outros benefícios envolvidos.
Fora isso, a Wicca não tem uma estrutura organizacional real. Cada
pessoa é considerada como sua própria sacerdotisa, e não precisa
de intermediários entre si e a Divindade.
Bruxaria
é o ofício/prática/vivência das antigas religiosidades dos povos
da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e "desaparecimento"
ressurgiu nos idos de 1940 sob o nome de WICCA.
A
palavra WICCA vem do inglês arcaico Wicca/Wicce
(masculino/feminino), significando “O praticante de Magia”, e tem
ligação direta com o termo saxão Wich que significa "girar,
dobrar ou moldar". Vemos também corruptelas deste termo em
diversos outros idiomas sempre expressando algo religioso e
relacionado à Magia.
A
WICCA é uma Religião que pretende celebrar a natureza e que busca
sua inspiração nas religiões pré-cristãs de culto aos Deuses,
nas celebrações dos ciclos anuais das colheitas, no culto do Deus
fertilizador da TERRA e da Deusa Mãe criadora de tudo, e em várias
outras expressões religiosas primitivas com uma forte ligação com
a natureza e com os ciclos da vida.
A
WICCA baseia-se no equilíbrio e polaridade das energias, que através
de ritos religiosos e práticas de magia coloca o homem em contato
direto com a natureza, resgatando assim o verdadeiro sentido da
palavra Religião (Religare= religar), religar o homem àquilo que
ele foi desligado.
Os
objetivos da BRUXARIA são: o autoconhecimento, a harmonia com os
ritmos do Sol e da Lua, a compreensão dos poderes da natureza e a
busca de um novo equilíbrio do homem com o seu meio.
A
BRUXARIA reconhece o Dualismo Divino e sendo assim reverencia a Deusa
criadora de todas as coisas e o Deus o poder fertilizador.
A
energia estática, negativa e magnética (minos) seria a força da
Deusa. A energia positiva, ativa e móvel (plus) seria a força do
Deus. Ambas são opostas e complementares, uma dá origem à outra,
juntas são a manifestação e equilíbrio do Universo.
A
WICCA busca muito de sua inspiração nos mitos e Divindades celtas,
gaulesas e irlandesas, recorrendo entanto a fontes clássicas
(greco-romana) e diversas outras tradições populares.
Para
os conceitos da BRUXARIA as palavras DEUSA e DEUS abarcam toda a
magnitude do Universo. Os DEUSES seriam a manifestação criadora da
qual procedem todas as criaturas. Eles estão presentes dentro e fora
de nós, poder esse chamado de imanência.
A
BRUXARIA ensina seus praticantes a compreenderem o Universo, o nosso
lugar e papel dentro dele.
A
utilização da Magia, entendida como um conjunto de técnicas
capazes de manipular energias naturais, é a parte prática que mais
distingue a Wicca.
As
bases da BRUXARIA encontram-se na invocação e manipulação das
forças energéticas presentes no inconsciente coletivo, que devem
ser trabalhadas por meio da intuição e emoção.
As
energias divinas com as quais trabalhamos são as forças
arquetípicas da psiquê humana.
Um
Bruxo conhece, canaliza e utiliza corretamente esta energia.
Os
fundamentos da BRUXARIA estão em conhecer, penetrar e respeitar a
natureza que é a própria manifestação da Deusa.
A
proposta da BRUXARIA é harmonizar o homem com o ritmo da natureza e
fazer com que ele entenda as forças interiores e exteriores, pois é
desta forma que se mantém o equilíbrio e inter-relação com os
Deuses.
A
BRUXARIA também se propõe a recuperar a complementaridade entre
homens e mulheres, pois cultua a Deusa e o Deus, mesmo dando à Deusa
um papel de destaque, quer nas suas práticas quer nos seus mitos.
Na
atualidade onde dificilmente há lugar para expressão dos valores
femininos e onde não existe qualquer figura feminina como caráter
sagrado principal, a perspectiva matrifocal da WICCA contribui para
sua divulgação tanto junto aos homens como das mulheres.
A
WICCA é uma Religião onde não existem livros sagrados, ou dogmas
de restrição, tudo que é ensinado visa um aperfeiçoamento do ser
para a sua vivência em grupos de forma harmônica. Algumas leis são
criadas a partir de duas outras leis básicas, que são fundamentais
para a compreensão das práticas e comportamentos dentro do meio
WICCANO , são elas: “Faz o que tu queres, desde que não
prejudique ninguém, nem a si mesmo” e “Toda ação gera uma
reação, esteja pronto para arcar com as conseqüências dos seus
atos, sem jamais culpar ninguém além de si”.
É
uma escolha pessoal para aqueles que sentem que a sua percepção do
sagrado não só não se enquadra nos esquemas tradicionais, como é
algo demasiadamente individual para se sujeitar ao conjunto de regras
e crenças que outros determinam.
Wicca
é uma religião de natureza pagã, com duas deidades maiores
reverenciadas e adoradas em seus ritos: A Deusa (o aspecto feminino e
deidade ligada à antiga Deusa Mãe em seu aspecto triplo de Virgem,
Mãe e Anciã.) e seu consorte, o Deus Cornífero (o aspecto
masculino e deidade ligada ao Deus Caçador, apresentado como Criança
da promessa, Fertilizador e Ancião). Seus nomes variam de uma
tradição wiccaniana para outra, e algumas utilizam outros panteões
para representar várias faces e estados de ambos os DEUSES .
Freqüentemente, WICCA inclui a prática de várias formas de Alta
Magia (geralmente com propósitos de CURA psíquica ou física,
neutralização de negatividade e crescimento espiritual) e ritos
para a harmonização pessoal com o ritmo natural das forças
naturais marcadas pelas fases da lua e pelas quatro estações do
ano. WICCA (que também é conhecida como "Arte dos Sábios",
ou, muitas vezes, somente como "A Arte") é uma religião
panteísta, politeísta e faz parte de um ressurgimento atual do
paganismo, ou movimento neopagão, como muitos preferem chamar.
Bruxaria/feitiçaria,
em inglês Witchcraft, é um termo derivado da palavra anglo-saxônica
Wiccacraft, que significa "a arte dos sábios". Referia-se
ao conhecimento superior possuído por certos indivíduos numa
comunidade, conhecimento da natureza, da herbologia, das forças
naturais que nos cercam, de certos aspectos da CURA e da medicina e
da capacidade de contatar a divindade.
Assim,
o WICCA não era uma força do mal, mas um sábio, a única pessoa na
comunidade a quem se podia recorrer quando surgia algum problema
religioso, médico, ou outro problema não material. Desde o começo
dos tempos, o Xamã, ou sacerdote, era o sábio; e embora o cargo
fosse de início atribuído a uma pessoa fisicamente deficiente que
não podia caçar nem lutar, acabou por ser exclusivo de uma elite da
comunidade e a pertencer aos seus estratos intelectuais mais
elevados.
A
BRUXARIA ocidental, uma tradição baseada, sobretudo nas crenças
das comunidades anglo-saxônias (Ingleses, Germânicos),
Greco-romanas e escandinavas, que data de milênios, ergue-se sobre
três conceitos básicos:
(1)
O culto a uma Deusa-Mãe e a um Deus Fertilizador, um princípio
feminino e um masculino em total igualdade e que se complementam;
(2)
A crença na reencarnação sem a conotação evolutiva, mas apenas
no aspecto de continuação do ciclo de vida, morte e renascimento;
(3)
O conhecimento e o uso da magia, significando esse termo não as
mágicas de palco, mas a manipulação da lei natural de modo a
trazer benefícios para o homem, utilizando melhor os recursos
naturais, explorando os segredos do universo e descobrindo atalhos e
remédios para melhorar a vida.
Esses
são três aspectos cardeais da Wicca.
Os
bruxos não acreditam no demônio, porque o demônio veio depois,
sendo invenção da igreja política do século XIV, que precisava de
um adversário tangível para combater, em vista da continuação da
crença no PAGANISMO por quase todos os camponeses. A palavra "diabo"
significa "estrangeiro" na língua cigana, mas para tornar
esse adversário um anticristo, os chifres do deus grego Pã, o rosto
de bode, mais os aspectos fogosos do Belzebu fenício contribuíram
para a criação de uma força artificial do mal chamada diabo. Que
essa invenção sem sentido tenha sobrevivido setecentos anos de
iluminismo é surpreendente. Mas sobreviveu. E essa invenção foi e
ainda é a causa da morte, loucura, e sofrimento de milhões de
pessoas.
Os
bruxos não têm familiares, isto é, animais a quem ordenam realizar
o que desejam. Podem ter animais domésticos, pois a santidade de
todas as formas de vida é parte da crença da Bruxaria. Os bruxos
não lançam feitiços à toa, não atacam ninguém por um simples
capricho, pelo contrário, normalmente auxiliam aqueles que precisam,
pois sabem que cada ser no universo é parte deles. Desde os tempos
antigos, as comunidades agrícolas e, conseqüentemente, seus ritos
estavam relacionados com a procriação dos animais.
Seu
rito de fertilidade, no qual os membros femininos da comunidade ou
Coven dançavam ao redor do círculo sagrado montados em cabos de
vassouras (símbolo da domesticidade), a fim de mostrar aos grãos
até que altura deveriam crescer, transformou-se na fantasia da
viagem pelo céu num cabo de VASSOURA . O companheiro simbólico da
Deusa-Mãe, chamado de Deus Cornudo, transformou-se no demônio da
igreja hostil, só porque o sumo sacerdote usa um elmo ornado de
chifres durante as cerimônias.
A
BRUXARIA não tem nada a ver com a Missa Negra. Está é invenção
de pessoas que buscavam emoções proibidas no século XVI,
tornando-se particularmente popular na Inglaterra no século XVIII. É
simplesmente uma paródia de culto religioso que tenta profanar a
religião católica romana invertendo tudo, do crucifixo às orações.
Como os bruxos não se importam em nada com a existência de outras
religiões, pelo contrário, apóiam e respeitam a diversidade
religiosa, não haveria razão ou vontade de querer ridicularizá-los.
O
satanismo ou culto do demônio também não tem a ver com a Bruxaria,
salvo por ter tomado por empréstimo alguns ornamentos externos dos
bruxos, pervertendo seu sentido ao fazê-lo. Enquanto os bruxos
cultuam a vida e a santidade de todas as criaturas vivas, e proíbem
toda forma de sacrifício humano ou animal, enquanto os bruxos
acreditam em fazer aquilo que não faz mal a ninguém, os satanistas
seguem uma linha de raciocínio oposta. O egoísmo, a cobiça, a
luxúria e a plena satisfação dos desejos sensuais são não só
permitidos como também encorajados, a destruição de criaturas mais
fracas é santificada e o princípio do egoísmo louvado como forma
saudável e construtiva de vida, sendo assim fica completamente óbvio
que a BRUXARIA não possui absolutamente nada a ver com o Satanismo
ou qualquer corrente religiosa com práticas destrutivas e
desequilibradas.


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